Neste próximo domingo, dia 14/07/2013 teremos nossa próxima edição do DANÇAS DO ORIENTE!!
Com bailarinas de excelente qualidade tenho certeza que será um show inesquecível!! Também é um dia muito especial pois o projeto no novo formato completa 1 ano, e 4 anos de existência proporcionando momentos de muita realização e felicidade a todos os envolvidos!
A edição do dia 19/05/2013 do DANÇAS DO ORIENTE foi excepcional!!
Fadua Chuffi - grávida de 7 meses
Casa lotada e apresentações belíssimas fizeram com que a noite fosse mais do que especial!!
O clima de cooperação, admiração e respeito entre as bailarinas é motivo de muito orgulho para mim e me permite perceber que podemos sempre melhorar a qualidade não só das apresentações mas também do ambiente que frequentamos.
Camarim DANÇAS DO ORIENTE
Vanessa Romero
As apresentações da Mostra foram bem diversificadas, contagiantes e inspiradoras e contaram com a participação de Ângela Vieira (MG), a Al Qamar Cia de Danças, Luciana Lambert e alunas, Organyka Triad, Paula Cestari e Vanessa Romero.
Organyka Triad
O show de gala retratou perfeitamente o diferencial deste projeto, que além de valorizar as diversidades de estilos das bailarinas, trata a dança como expressão puramente artística.
Cristina Antoniadis
Contou com minha participação (Cristina Antoniadis) que apresentei uma dança clássica tradicional oriental despertando a possibilidade de trajes diferenciados para este tipo de apresentação.
Triana Ballesta demonstrou uma linda interpretação de uma taksim de qanoum.
Hanna Hadara também apresentou uma dança clássica oriental com uma energia contagiante e ímpar.
Fairuza nos hipnotizou com um tribal/fusion de arrepiar.
Fadua Chuffi interpretou uma música clássica e um baladi demonstrando que mesmo grávida de 7 meses é possível dançar e encantar o público e por fim Aysha Almée nos presenteou com uma tocante interpretação de Om Kalsoum para fechar a nossa noite com paixão e êxtase.
Cristina Antoniadis e Surrey - foto publicada na Revista Caras (30/05/2013)
Ficou com vontade de participar??? O próximo é dia 14/07/2013 e as inscrições para a mostra estão abertas, ou então, venha nos prestigiar nesta celebração à arte!!
Nossa próxima edição está chegando!! Que delícia!!
É uma mais especial que a outra e cheia de estilos e bailarinas com muito talento e arte! Nessa o show de gala estará com 6 bailarinas, normalmente são de 4 a 5, mas como passamos de mensal para bimestral, não poderia deixar talentos de fora e nem aproveitar a oportunidade da linda Triana Ballesta estar em São Paulo!!
Confiram quem estará neste lindo projeto onde a dança é arte e venham nos prestigiar!!! Aguardamos vocês!!
A edição de março do DANÇAS DO ORIENTE foi simplesmente maravilhosa!!
Danças diversificadas, com qualidade artística e executadas por pessoas especiais. São todos estes ingredientes que fazem deste projeto algo único e imperdível para quem gosta de dança, principalmente a dança do ventre.
Participaram da mostra os grupos coordenados pelas bailarinas Fátima Braga e Thurraya Zaleekhan. A Cia de Danças Fátima Braga abriu o show com uma coreografia clássica com realmente muita classe e elegância, depois demonstraram muita técnica e magnetismo numa coregrafia lindamente perfeita de espada!
Cia de Danças Fátima Braga
As alunas do espaço Zaleekhan executaram uma linda fusão flamenco-árabe, com coreografia de Salua Cardi. E a Cia de Danças Folclóricas Zaleekhan encerraram a mostra com chave de ouro com uma contagiante coreografia de Hagalla, muito autêntica e bem ensaiada.
Cia de Danças Folclóricas Zaleekhan
Participaram também da mostra as bailarinas solistas Ila Cassandra, Helô Fernandes, Jamile Kamar e Simone Mahasin, cada uma com seu estilo diferenciado e beleza própria encantaram a platéia.
Thurraya Zaleekhan
O Show de Gala foi tão belo que os minutos pareceram segundos!!
Fátima Braga
Mileni Nurhan foi a nossa participação especial e abriu o show com seu contagiante sorriso. Flá Gagliardi mostrou que a dança pode também ser cênica e descontraída. Thurraya Zaleekhan nos presenteou com uma belíssima performance de espada e Fátima Braga nos inundou com sua bela dança mostrando que quanto mais experiente a bailarina, mais ela preenche nossos corações.
Muito difícil falar da minha dança, mas senti um calor e vibração vindas do público imensurável, como se todos estivessem pulsando comigo junto com a dança!!!
Thurraya Zaleekhan e Flá Gagliardi
Não posso deixar de mencionar também o clima de companheirismo, comprometimento e respeito gerado por todas as bailarinas no camarim. Este amor pela dança que nos une é o que nos torna forte! Só tenho a agradecer a todas pelo apoio e carinho ao projeto, e um obrigado mais do que especial à minha equipe de produção Paula Cestari, Flávia Pastorelli e Thiemi Ota que ajudam, fotografam, filmam e assessoram as bailarinas no camarim e no palco para que tudo saia perfeito.
Quero também deixar aqui os meus sinceros agradecimentos pela presença de todos e principalmente de bailarinas e profissionais que abrilhantaram mais ainda o evento. Equipe do Sala de Dança - Podcast
Carol Louro, Bruna Milani, Valéria Alves e o Diretor
para quem ainda não conhece, clique no link acima, vale a pena conferir!!
Abaixo seguem algumas das danças, mas lembrem-se, nada supera o estar lá, o sentir e a emoção do momento, portanto agende-se, o próximo será dia 19/05, espero vocês!!!!
Neste mês de março, no dia 10, teremos a primeira edição de 2013 do "DANÇAS DO ORIENTE". E para comemorar este mês tão especial, o mês da mulher e das transformações, convidamos uma bailarina muito especial para integrar no show de gala.
A escolha da bailarina seguiu alguns critérios. Conforme havíamos prometido em 2012, dentre de todas as apresentações realizadas na mostra, escolheríamos 1 para participar do primeiro show de gala de 2013. A escolha seria feita com base no impacto e opinião do público, e o resultado uma bailarina que tem um estilo próprio, uma luz interior e uma dança de tirar qualquer mortal da cadeira.
E não poderia ter sido um resultado melhor pois esta mulher é um exemplo de superação, um verdadeiro exemplo de vida, um presente especial a todas as mulheres no mês das mulheres.
E para que vocês possam conhecer um pouco mais desta linda bailarina, que participou com um largo sorriso de todas as nossas mostras de 2012 e sempre nos incentivou, oferecemos esta deliciosa entrevista.
Com vocês: MILENI NURHAN
DO:Conte-nos um pouco sobre você, sua relação com a
dança oriental e como desenvolve o seu estilo que é uma das suas marcas na
dança.
MN: Olá pessoas lindas! Vixi...rs...
vou resumir, porque “senta que lá vem história”, ainda mais porque adoro
conversar...rs. Bom, atualmente, sou dançarina, professora, coreógrafa de
Danças (árabe, espanhola, brasileira, etc). Sou formada em Administração
(trabalhei 5 anos na área), depois me formei em Letras Português/Espanhol (atuei 10 anos na área) e há quase 2 anos
Tecnóloga em Dança com DRT 0035591 (porém já lidava com dança e recreação há
mais ou menos 7 anos).
Gosto de interagir, sou
pesquisadora, adoro criar... minha cabeça está a todo vapor sempre. Sou fã de
mudanças, transformações. Tive contato com a dança oriental pela 1ª vez, na
adolescência, através de vídeos de dançarinas egípcias, libanesas, os quais eu assistia
no Programa TV Show Brasil - Árabe, na época, apresentado por Fadua Chuffi (década de 90). Eu dançava na sala de casa
mesmo, tentando imitar Fifi Abdo,
Souheir Zaki, Najwa Fouad, entre outras e tinha meu caderno pra anotar as aulas
de língua árabe, já que no próprio programa, ensinavam-na. Na época não havia
tantas possibilidades de mercado pra dança, então decidi começar a trabalhar na
área administrativa para ajudar em casa e cursar uma universidade, com a grana
curta, a dança foi ficando cada vez mais pra 2º. Plano.
Meu resgate das danças árabes (e
de minha alma, logo mais explico, o porquê) aconteceu mais ou menos 10 anos
depois. Tive aulas com Simone Bomentre (irmã de Gisele Bomentre), Luciana
Lambert, Monica Nassif, Angélica Rovida, também ingressei no Curso de Árabe no
Centro Árabe-Sírio de SP. Logo depois cursei Técnico em Danças da Escola Shiva
Nataraj, tive aula de DV com Kelly Obara, e também oportunidade de cursar
várias outras danças como Danças Brasileiras, Jazz, Contemporâneo, Dança
Cigana, Ballet Clássico, Flamenco, Dança de Salão, bem como aulas avulsas, nas
quais aprendi a tocar derbake e daff, além de participar de workshops nacionais
e internacionais, eu sempre invisto muito em tudo que faço.
Findei meus estudos e decidi
começar a programar minhas viagens para o Marrocos e Egito, pois ainda tinha
muitas dúvidas e anseios para com as danças árabes, sobre esta experiência
falarei mais a frente.
Mas pra finalizar, meu estilo de
dança, não só nas danças árabes, como nas outras danças também, é a
entrega. Primeiro me apaixono, depois
estudo incansavelmente e então mergulho a fundo no universo que me atraiu até
essa arte. Danço com toda energia que trago (quem me conhece sabe que tenho
bastante...rs) e quero que todos sintam-na e manifestem a sensação de ouvir
aquela música e ver a minha dança, quero que o público viaje comigo para o
mundo maravilhoso da arte e da partilha de sentimentos e sensações
DO: É
perceptível no seu estilo a ligação forte que você tem com a dança mais
tradicional e folclórica. Como você concilia ministrar aulas numa grande
academia de ginástica sem perder este foco da dança?
MN: Realmente, a dinâmica de uma Academia de
Ginástica é diferente de uma Academia de Dança, em sua especificidade. Na maioria das vezes, esse público está
focado mais na perda calórica, no lúdico e na sociabilização. Eu tenho de dar
uma aula mais dinâmica, então são breves os momentos que paro. Mas faço questão
de alertá-las da importância da postura, da estrutura do movimento e direcioná-las
para uma maior consciência corporal. O estilo folclórico é, realmente, o que eu
mais gosto, e este estilo é mais alegre, as músicas são contagiantes, como
dizem minhas alunas, parece que nos transportamos pra lá. Logo que ingressei na
Academia, comecei a “educar” minhas alunas a pesquisarem, através de e-mails
periódicos que enviava para cada uma, e faço isto até hoje. Nesses e-mails seguem
pesquisas, artigos, músicas (algumas até com tradução, ou legenda em inglês) e
vídeos de dançarinas árabes. Muitas, através desta motivação, passaram a
procurar mais informações e comentá-las em sala. Também já às levei para
workshops de dança e música fora do ambiente da academia. Acredito que todo
esse incentivo, desperta o interesse em se aprofundar na cultura, indo além das
metas de calorias a serem eliminadas.
DO: Você participou de todas as edições do “Danças
do Oriente” em 2012. Conte-nos o porque desta escolha
MN: Quando li sobre o projeto aqui no blog, logo
me encantei, pois acompanho e admiro muitíssimo seu trabalho como um todo e seu
bom gosto cultural. Além disso, quando soube que seria no Café Aman achei
ótimo, já que o local é super aconchegante e me remete aos lindos sítios
orientais.
Decidi seguir
investindo e participando do projeto, pois desde a 1ª vez me senti à vontade,
bem recebida por você e pela ótima equipe de amigas (mulheres dançantes de DV),
me senti valorizada. Isto é muito importante até para meu desempenho no momento
do show. Sem contar a sua grande atenção em se disponibilizar em dar feedback
para a profissional que queira e ainda ter a humildade de elogiar, até
publicamente, um bom trabalho. Demonstra muita maturidade, profissionalismo e
parceria, o que, infelizmente, é raro encontrar.
DO: Qual
foi o momento mais marcante que estas noites te proporcionaram? Houve retorno
para o seu trabalho com a dança?
MN: Bom, pra mim todas as minhas 4
apresentações foram emocionantes (porque AMO de Paixão...rs) e compartilhar com
as amigas-mulheres dançantes, tanto das mostras como do Show de Gala, foi
sensacional. Mas se for para escolher um dos momentos, este foi o show da edição
de outubro, minha penúltima mostra, na qual dancei um Said bem RSO (raqs sharqi
orgânico...rs), com pandeiro e bengala. Eu AMO folclore, e com casa lotada como
sempre, mas estavam presentes pessoas muito queridas que foram extremamente
carinhosas comigo. Cito a Sarah Savda que levou sua linda e calorosa caravana
de Mulheres Dançantes vindas de Indaiatuba, as belas prestigiaram minha dança,
me saudaram ao final do show e depois tive a grande honra de ser convidada pela
Sarah, para um solo no Espetáculo de suas alunas ano passado. Também tive a
oportunidade de receber o carinho da querida Shirley Farah, professora da
escola Al Qamar, de Hanna Hadara , para a qual tive o prazer de ministrar
algumas aulas de Said depois que nos conhecemos no Danças do Oriente. Todas
elas minhas amigas agora, e se elas têm admiração pelo meu trabalho, sou muito
feliz, pois é mutuo o sentimento!
DO:Sabemos
que você está sempre reciclando sua dança em viagens ao oriente. Compartilhe um
pouco desta experiência conosco.
MN: Para mim, são muito
importantes essas experiências in loco, pois gosto do contato com as pessoas,
com a cultura e os costumes, isto enriquece muito minha dança, a interpretação gestual,
posturas, execução dos movimentos, etc. É muito importante esta imersão, pois nesse
ínterim tive momentos surpreendentemente maravilhosos e outros de completa
decepção. Isto nos faz amadurecer e pude constatar que amo mesmo a arte da
dança num todo e mais, especificamente, as danças árabes independente de
preconceito, estereótipos, encantamentos e desilusões. Em 2011 estive no Marrocos, onde permaneci por
quase um mês, fui sozinha, pesquisando itinerários e como fazer para visitar e
conhecer Rabat (capital política, não soube de lugares com dança lá, é onde
vive o Rei, portanto creio que seja muito mais restrito), Marrakech (capital
cultural, lá vi mais dança, até nas praças era mais comum, claro que dança
folclórica) e Casablanca (capital comercial, lá se vê dança mais em hotéis).
Senti Marrocos mais “fechado”, um pouco mais hostil, procurei ficar a maior
parte do tempo com hijab e agindo de maneira bem discreta.
Ano passado, estive no Egito e
lá interagi muito mais, graças à companhia das amigas Hayat El Helwa e
Semiramis Lins, que me trataram muito bem, me indicaram e me acompanharam em
visitas e passeios diversos, uma longa história! Inesquecível! Sou grata a esta
oportunidade. Quanto à dança, no Egito, pude constatar que são “diferentes”, a
dança oriental de Cabarets, é diferente da de Festivais, que é diferente da
dança dos Navios de luxo atracados no Nilo e por aí vai, pra cada público uma
maneira de agradar.
Mas depois que voltei de minhas viagens, eu
pude ficar mais tranqüila a respeito de minha dança, e de meu estilo de
interpretar a música árabe oriental, pois é muito mais sensibilidade, leitura
musical, sentimento, alma do que se ater a técnicas de maneira exagerada.
Também pude constatar que criamos muitas normas, nomes, e estruturas de “como
se deve dançar tal música, ou tal estilo”, como se deve entrar, desenvolver e
finalizar uma dança e lá não é tão restrito, tão normativo, a não ser em
concursos, nos quais se atende a uma postura normativa, exigência maior dos
ocidentais que “dominam” o mercado.
DO: Deixe uma mensagem que você julgue importante
nos dias atuais para as bailarinas de danças orientais do Brasil.
MN:Nossa, que responsabilidade, rs! Bom, vou dizer o que digo a mim mesma, às
minhas alunas, às minhas amigas... Somos Únicas! Não há como ficar seguindo
receitas, copiando mestras, seguir à risca o que tal poderoso/a disse, porque
“com certeza vai dar certo”, seguir estereótipos e modelos de bailarinas “top
models” sem limite, sem saber o seu limite, pois as frustrações serão muitas.Cultivem
a dança como processo de autoconhecimento, de cura, de união entre mulheres, de
comunhão, expressão da arte suprema, que é viver! Ai vale a pena, ai virá uma
força, uma alegria, uma sensibilidade que fará com que sua alma comova quem
prestigia, que fará com que haja uma conexão como público e até com quem
assistirá pela gravação depois.
Procure
ser “real”, estar realmente ali dançando, se doando, mergulhada na música e nas
sensações. É um momento único, no qual sua alma se banhará e se alegrará com o
que ouve o que vê.
Quando
ouço a música, ela percorre meu corpo e ele começa a mover-se, então eu olho
para o público e já estão de olhos fixos em mim, através do olhar sabemos que
queremos ser felizes, dou um sorriso que “diz” me acompanhe e vamos
compartilhar e celebrar este momento único...
E,
como sempre digo, O Céu é o limite, porque somos Luz infinita
REVELAÇÃO:
Então, Cris, como eu te disse, eu vou fazer uma revelação do meu antes e depois
da dança. Acredito que muitas não conhecem minhas fases. A dança me
transformou, trouxe a cura!
Passei
por realizações e desilusões, mas sou mais forte, feliz e vivo melhor hoje.
Só
pra ressaltar, que consegui eliminar 33 kilos e sair de uma espécie de
depressão, sem qualquer tipo de cirurgia, medicamento ou regimes de restrição.
A dança me despertou para uma maior consciência de minhas necessidades e então
fui buscar mais apoio na meditação e na reeducação alimentar. Seguem as fotos
de antes e depois.
ANTES DA DANÇA
DEPOIS DA DANÇA NA VIDA
Assistam um pouquinho de Mileni Nurhan, no "DANÇAS DO ORIENTE" edição de Outubro de 2012.
Não deixem de prestigiar esta verdadeira estrela!!!!
Estamos no começo de 2013, e o ano já começou cheio de possibilidades e expectativas!!
Faça algo diferente, experimente novos caminhos e venha descobrir este projeto que valoriza a dança como arte, valoriza a bailarina como artista e valoriza a diversidade de estilos de dança, pois na arte precisamos ser livres e criativos!
Um projeto que visa além de proporcionar para as danças orientais um espaço para sua digna manifestação, uma conscientização de público e artista quanto ao respeito e a verdadeira admiração desta arte.
Não fique de fora, apoie esta ideia e PARTICIPE!!!
VAMOS DANÇAR???
Solicite o regulamento e inscreva-se para o próximo "DANÇAS DO ORIENTE", dia 10/03/2013
Quer saber mais sobre o funcionamento das noites e informações gerais? clique aqui